Vivo Ventures realiza primeiro investimento em startup

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Nesta quinta-feira (11), o Fundo de Corporate Capital da Vivo, a Vivo Ventures, anunciou o investimento de R$ 15 milhões na startup Klavi.

O aporte foi atraído pela Rodada Série A liderada pelos fundos Iporanga Ventures e Parallax Ventures, responsável por garantir à startup a quantia de US$ 15 milhões (o equivalente a R$ 76,2 milhões).

Investimento do Vivo Ventures

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O aporte realizado pelo Fundo de Investimentos da companhia de telecomunicações segue à risca seu propósito. Criado em abril deste ano, o Vivo Ventures foi desenvolvido com o objetivo de investir exclusivamente em startups.

De acordo com o Comunicado ao Mercado publicado nesta quinta-feira, “o investimento ocorrerá por meio da aquisição de notas promissórias conversíveis em participação acionária”. 

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O documento destaca, ainda, que este é o primeiro aporte realizado pelo fundo da companhia, além de ressaltar que a medida está “em linha com seu propósito de criar parcerias com startups que oferecem serviços e produtos inovadores”.

O fundo é uma iniciativa da Vivo Telecom/Foto: Reprodução

Após a avaliação de cerca de 200 startups, a Klavi foi a companhia escolhida para receber os investimentos do fundo. Segundo o diretor de inovação e novos negócios da Vivo, Rodrigo Gruner, esta é uma proposta que possui valor para “as duas pontas”.

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Isso, pois a startup oferece soluções de Open Finance através de uma plataforma Software as a Service (SaaS), quando um software é comercializado e/ou distribuído como um produto, que se utiliza da inteligência de dados para desenvolver serviços financeiros com mais rapidez e precisão.

Assim, as ferramentas disponibilizadas pela Klavi podem ser utilizadas pela Vivo para compor sua oferta de serviços, que empregam, acima de tudo, a análise de dados coletados de seus clientes. 

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Além disso, para o executivo, o Vivo Ventures busca startups com um potencial alto de crescimento e retorno, mas que também possam contribuir com a plataforma de negócios da empresa de Telecomunicações.

Dessa forma, cerca de 4 meses após sua criação, o fundo de Corporate Capital da Vivo possui, em caixa, a quantia de R$ 320 milhões para investir em startups.

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A previsão é de que os aportes sejam feitos em até cinco anos, em investimentos entre R$ 15 milhões, como o feito na Klavi, à R$ 20 milhões.

Rodada Série A da Klavi

Garantindo a quantia de US$ 15 milhões em investimentos à startup, a rodada de financiamento foi liderada pelos fundos Iporanga Ventures e Parallax Ventures, dois Corporate Capitals com o objetivo de impulsionar startups e companhias em estágio inicial.

De acordo com o presidente da Klavi, Bruno Chan, em nota, a empresa vai utilizar a quantia para aumentar o desenvolvimento de soluções oferecidas pela startup. 

Além disso, o investimento deve facilitar o “compartilhamento de dados financeiros”, segundo o executivo, que ressalta que a companhia está no processo de desenvolvimento do “futuro” de seu sistema financeiro.

Da esquerda para a direita, Stone Zheng e Bruno Chan, fundadores da Klavi/Foto: Reprodução

Este, no entanto, não foi o primeiro impulso que a startup recebeu. Anteriormente, ela foi escolhida por programas de aceleração, como o boostLAB, do banco BTG Pactual, e do programa Inovar Juntos, da companhia de crédito Sicredi.

O objetivo da Klavi é centralizar as informações dos clientes, fornecendo aos parceiros da startup uma visão completa sobre as informações disponibilizadas com consentimento dos usuários.


Segundo o sócio do Iporanga Ventures, Leonardo Teixeira, a principal característica que atraiu os olhares dos investidores para a startup foi a capacidade de desenvolver e entregar produtos relevantes aos seus clientes.

“A empresa vem acelerando muito, amadureceu o roadmap de produto e, na contramão de outras empresas, está contratando. Não pensamos duas vezes em coliderar essa rodada”, disse Teixeira em comunicado.

Atualmente, a companhia possui, dentre seus clientes, nomes como Banco BV, Mepoupe, Portocred, idwall, Zippi e Telefônica.

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