Ministério da Agricultura contrata especialista em criptomoedas para projeto do agronegócio

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou no Diário Oficial da União (DOU) na última quarta-feira (21) um extrato de contratação de serviços de consultoria com foco em criptomoedas e blockchain.

De acordo com o documento, o consultor contratado vai aplicar a sua expertise em um projeto com foco no agronegócio.

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Mais precisamente, o objetivo da contratação é “realizar estudos de características de tecnologias de blockchains e seus desmembramentos em moedas digitais, criptomoedas e tokens de prospecção de novos modelos de negócio e aplicações no agronegócio.”

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Conforme consta no extrato, o consultor contratado é Rafael de Oliveira Cortes. Ele vai trabalhar em Brasília (DF) e receberá R$ 40.000. Rafael vai receber as parcelas do contrato “de acordo com a entrega e aprovação dos produtos”. O contrato teve início no dia 14 deste mês e é válido até o dia 13 de março de 2023.

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O Projeto de Cooperação Técnica em questão foi celebrado entre o governo do Brasil e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), por intermédio da Secretaria Executiva.

O IICA é o organismo especializado em agricultura do Sistema Interamericano. A organização apoia os esforços dos Estados membros em sua busca pelo desenvolvimento agrícola e pelo bem-estar rural. O instituto afirma ter ampla experiência em temas como tecnologia e inovação para a agricultura.

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A vaga para consultor em criptoativos foi aberta em junho deste ano pelo Ministério da Agricultura. No edital, a pasta pediu que a pessoa candidata tivesse ensino superior completo. Além disso, o candidato deveria ter experiência na área de tecnologia e inovação com foco em criptomoedas, tokens e suas aplicações ao agronegócio.

Criptomoedas e agronegócio

Ainda não se sabe qual é o projeto a ser desenvolvido pelo ministério, para o qual está contratando um consultor. Mas já há no mercado, sobretudo no setor privado, algumas iniciativas envolvendo o agronegócio e criptoativos.

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Há, por exemplo, a Agro฿onus (AG฿), a primeira moeda digital do agro brasileiro. Por trás da moeda digital está a instituição AgroVantagens. A instituição visa fomentar o setor ao substituir o dinheiro físico e evitar burocracias bancárias para pequenos e médios produtores rurais.


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De acordo com o CEO da empresa, Jean Carbonera, a ideia de inserir o ativo Agro฿onus na economia do agronegócio do Brasil surgiu para facilitar o acesso de agricultores ao crédito rural.

“A disparidade entre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do setor e a desvalorização do real, limita o poder de compra do produtor rural”, disse.

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