Presidente Jair Bolsonaro deve se pronunciar sobre derrota nas eleições

O atual presidente Jair Bolsonaro se reuniu com alguns ministros para discutir sobre seu pronunciamento

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De acordo com rumores, o Presidente Jair Bolsonaro (PL) se pronunciará, nesta segunda-feira (31), sobre a sua derrota no segundo turno das eleições de 2022, contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

O deputado federal Cláudio Cajado (BA), deu alguns detalhes sobre o formato do discurso que Bolsonaro fará, dizendo que trechos do pronunciamento ainda estão sendo discutidos.  

Sobre o pronunciamento

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O atual presidente Jair Bolsonaro não se pronunciou sobre a derrota contra o ex-presidente Lula, que foi  apurada nas urnas, através do TSE,  ontem (30) às 19:57 no horário de Brasília. Alguns de seus aliados dizem que Bolsonaro está trabalhando no discurso. 

O deputado Cajado disse que: “Em princípio, querem que ele leia um texto, mas o formato ainda não está definido”. O deputado destacou que não está certo que Bolsonaro vai reconhecer publicamente a derrota para Lula.

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Alguns chefes de Estados estrangeiros, como o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assim como Xi Jinping, presidente da China, já reconheceram a vitória de Lula. O presidente eleito tomará posse no dia 1° de janeiro de 2023. Deste modo, o ex- presidente Lula dará início ao seu terceiro mandato como presidente da república.

Jair Bolsonaro 

No período eleitoral, Jair Bolsonaro fez uma série de ataques sem provas ao sistema eleitoral, chegando a insinuar que poderia não aceitar o resultado das urnas eletrônicas. Em seu último debate, antes do segundo turno das eleições, o atual presidente disse que quem tivesse mais votos “levaria”.

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Atual presidente da República, Jair Bolsonaro ao lado do senador Flávio Bolsonaro e da primeira-dama Michelle Bolsonaro Créditos: Reprodução

A família Bolsonaro 

A primeira-dama Michelle Bolsonaro, publicou em suas redes sociais que tudo está bem entre ela e o marido. Entretanto, há 12 horas atrás, Jair e a esposa deixaram de se seguir nas redes sociais.

Michelle só segue Eduardo e Flávio Bolsonaro no Instagram, porém Eduardo deixou de seguir a primeira-dama na rede social.

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Em sua publicação no instagram stories, Michelle disse: “Conforme o Jair explicou em várias ‘lives’, quem administra essa rede não é ele. Eu e meu esposo seguimos firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil”. 


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Por último, Michelle publicou um trecho de um salmo bíblico que diz: “Salmos 117: Louvai ao senhor todas as nações, louvai-o todos os povos. Porque a sua benignidade é grande para conosco, e a verdade do senhor dura para sempre. Louvai ao senhor”.

O senador e filho do atual presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), publicou em seu Twitter. “Obrigado a cada um que nos ajudou a resgatar o patriotismo, que orou, rezou, foi para as ruas, deu seu suor pelo país que está dando certo e deu a Bolsonaro a maior votação de sua vida! Vamos erguer a cabeça e não vamos desistir do nosso Brasil! Deus no comando!”.

Até o momento , apenas Michelle e Flávio se pronunciaram após o resultado do segundo turno das eleições. Os outros filhos do atual presidente, Carlos e Eduardo Bolsonaro ainda não se manifestaram.

Atual presidente da República Jair Bolsonaro ao lado da ex-ministra Damares Alves  Créditos: Reprodução

Os aliados 

O  vice- presidente Hamilton Mourão, disse: “Eu não fui candidato. E, portanto, eu aguardo o presidente se posicionar”. Em entrevistas, Mourão afirma que defende o resultado das urnas eletrônicas, e esperava que fosse respeitado independentemente de quem fosse eleito.   

A senadora eleita Damares Alves publicou em seu twitter: “Perdemos uma eleição, mas não perdemos o amor pelo nosso país. Bolsonaro deixará a Presidência da República em janeiro de cabeça erguida, com a certeza de dever cumprido e amado por milhões de brasileiros”.

O ex-ministro Sergio Moro também se pronunciou sobre os resultados. “A democracia é assim. “O resultado de uma eleição não pode superar o dever de responsabilidade que temos com o Brasil. Vamos trabalhar pela união dos que querem o bem do País”.

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