Homo Economicus: O que é este comportamento econômico

Entenda o que é e como funciona a Homo Economicus, e as consequências do comportamento econômico criada por estudiosos da economia

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A economia possui diversas teorias que se aplicam a ela, desde os primórdios do mundo financeiro avaliado por nomes importantes das pesquisas, a economia passou por uma série de evoluções necessárias para chegar ao modelo que enxergamos hoje. Uma delas é a Homo Economicus.

Keynes, Hayek, Marx, e a própria teoria econômica, algo que pudesse criar a representação comportamental das pessoas no mundo econômico, foi então o início dessa teoria.

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Os seres humanos que possuem a capacidade de tomar as melhores decisões, usando o lado racional, o Homo Economicus se aplica e agora vamos entender melhor sobre este conceito.

O que é Homo Economicus?

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O Homo Economicus é um conceito científico referenciado na economia que está diretamente relacionado ao homem racional, principalmente os responsáveis pela economia, capazes de decidir utilizando apenas sua racionalidade como modelo. 

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O ser humano figurativo é caracterizado pela capacidade infinita de tomar decisões racionais, alguns modelos econômicos antigos se baseiam no conceito de que os humanos são racionais e tentarão maximizar sua utilidade para ganhos e não monetários. 

Esta definição é muito utilizada por economistas para definirem a si mesmos ou colegas. No Homo Economicus todos os custos de oportunidades estão envolvidos na tomada de decisão, fazendo as escolhas assertivas e otimizando seus resultados.

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Homo Economicus, origem

O Homo economicus pode ser definido como o humano figurativo caracterizado por uma imensa capacidade de tomada de decisões racionais. 

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Tudo isso faz parte de um ensaio sobre a política econômica, em 1836 o inglês, filósofo e economista político John Stuart Mill publicou este  ensaio, intitulado de: “definição de economia política e sobre o método de investigação apropriado” e o tema principal era possuir riqueza de forma solitária.

Os princípios do Homo Economicus

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  • O homem obedece apenas a sua razão
  • A razão psicológica essencial de todos os indivíduos é o interesse pessoal. Isso é o que define a razão de ser da atividade econômica.
  • O homem vive o presente num tempo linear, sem previsões
  • O sujeito é universal, logo o interesse pessoal e as decisões racionais são válidas em todos os lugares e em todas as épocas.
  • Sozinho, livre de outros homens, não segue e nem compartilhar nada com ninguém
  • O homem está perfeitamente informado, dessa forma tem conhecimento de todas as consequências a que está sujeito.

Existem outros modelos de tomada de decisões com forma baseada no pensamento humano:

Homo reciprocans: Alguém que valoriza os atos conforme são feitos, recompensa as ações positivas e pune as ações negativas.

Homo politicus: Alguém que sempre age de uma forma consistente com o que é melhor para a sociedade.

Homo sociologicus: Alguém que nem sempre é perfeitamente racional porque é afetada pela sociedade de algum modo, eles se esforçam para cumprir seu papel na sociedade, mas também são influenciados por forças sociais.

Contrários ao Homo Economicus

Os adeptos da economia comportamental desafiam a visão tradicional do homo economicus, buscando entender como a psicologia afeta as decisões econômicas, alguns especialistas em mercado e experientes no universo da economia, dizem que o comportamento do ser humano pode ser considerado tudo, menos racional ou em que algum momento ele estará saindo da sua racionalidade e se tornando uma máquina de reprodução de informações. 

O vencedor do nobel da economia e psicólogo israelense-americano, Daniel Kahneman, junto com um especialista em decisões humanas, Amos Tversky, fundaram o campo da economia comportamental, em definição principal abordam que as atitudes das pessoas em relação aos riscos associados aos ganhos são diferentes daquelas em relação às perdas.

O homo economicus é uma abordagem da economia neoclássica, particularmente na microeconomia, já na economia moderna, a teoria se baseia em três pontos: decisões racionais, maximização da utilidade e orientação voltada para o interesse próprio, os indivíduos estão conscientes a tomar decisões com base em seus próprios interesses que têm informações relevantes e completas para que possam fazer um cálculo racional que maximize a utilidade. 

As empresas conseguem isso aumentando sua força de trabalho até o ponto em que o valor da produção equilibra o custo adicional de contratação de trabalhadores, os consumidores tentam maximizar a utilidade pagando por bens e serviços até o ponto em que o valor que pagam equilibra a satisfação obtida com uma unidade extra.

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