Bitcoin: Conheça a sua história, vantagens e perspectivas dessa nova criptomoeda

Inteiramente digital, essa criptomoeda vem se tornando sucesso no mundo dos investimos por justamente não possuir moeda ou cédula física

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Você não precisa ser investidor ou trabalhar no mercado de ações para ter se familiarizado sobre o termo ‘Bitcoin’, que é conhecido também pela sigla BTC. Nos últimos anos a procura sobre o que é, qual a sua volatilidade e a história dessa criptomoeda subiu vertiginosamente. Hoje em dia, este mercado é tão grande que empresas especializadas em Bitcoin já patrocinam clubes de futebol, por exemplo.

Há ainda muitos casos de pessoas que ficaram muito ricas com investimentos em Bitcoin, mas o inverso também acontece, por isso, a atenção e o cuidado ainda é fundamental nesse tipo de caso. 

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Confira este artigo e conheça a história, características e por fim, você aprenderá como entrar no mundo dos Bitcoins. 

HISTÓRIA

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A primeira compra feita usando como forma de pagamento o Bitcoin foi em 2010, na Flórida, e o cliente comprou uma pizza. Porém, a história do surgimento desta criptomoeda começa entre 2007 e 2008. Satoshi Nakamoto, é pseudônimo de quem começou a desenvolver o conceito de Bitcoin.

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Em 2008, o site Bitcoin.org é registrado de forma anônima e o projeto é lançado também no Sourceforge.net, plataforma para distribuição e desenvolvimento de softwares open-source.

Em 2009, as versões Bitcoin 0.1 e 0.2 foram liberadas e desta forma, marcaram a primeira transação entre moedas da história do Bitcoin. Os responsáveis por essa ação foram Nakamoto e Hal Finney e a taxa de câmbio entre a moeda virtual e o dólar foi decidida pela New Liberty Standard como USD 1 = BTC 1.309,03.

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A partir desse momento o Bitcoin começou a evoluir no quesito de valor negociado. Em julho de 2010, a versão 0.3 do Bitcoin foi lançada e 4 meses depois, o valor total negociado no mercado ultrapassa a marca de USD 1 milhão. 

A evolução do Bitcoin foi grande ao longo dos anos. Em 2013, o valor total de mercado do Bitcoin ultrapassa 1 bilhão de dólares e em San Diego, Flórida, o primeiro ATM para Bitcoins foi instalado. Neste mesmo ano, uma Black Friday (dia em que os produtos são vendidos a preços reduzidos para incentivar a compra de produtos), foi lançada para pagamentos apenas com Bitcoin

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Porém, apesar dos saltos positivos, a criptomoeda sofreu com uma série de problemas, sejam eles da plataforma ou da volatilidade do valor do Bitcoin. Como por exemplo, em agosto de 2013, uma falha no sistema do Bitcoin foi descoberta e usada para criar 184 bilhões de bitcoins.

Foi a primeira grande vulnerabilidade que o sistema enfrentou. Outro ponto é que ele pode apresentar muita oscilação em um único dia, podendo chegar até 20%.

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O QUE É?

Mesmo após muitos anos da entrada do Bitcoin no mercado financeiro, muitas pessoas ainda têm dúvidas na hora de definir o que realmente é o Bitcoin. Essa dúvida é muito comum, afinal, o modelo dele não é convencional e até mesmo quem trabalha com isso precisa de cautela para entender alguns conceitos. 

O Bitcoin é uma criptomoeda, isso significa que ela é uma moeda digital descentralizada, ou seja, ela não precisa de um intermediário, como o banco por exemplo, para realizar transações e também não é controlada por nenhum órgão ou país específico.

Sua principal característica é justamente essa ausência de regulamentação, que faz com que ela não tenha uma série de desvalorizações pela impressão da moeda. Porém, dependendo dos movimentos do mercado em relação a sua oferta e demanda, pode ocasionar grandes oscilações no seu valor em um curto prazo. 

Para entender melhor este conceito, é necessário explicar onde essas transações livres são registradas. Para este programa se dá o nome de Blockchain, que são basicamente blocos de transação.

Depois que a transação entre contas do Bitcoin é realizada e validada, elas são acrescentadas ao Blockchain e para dar mais segurança aos “mineradores” (como são conhecidos os usuários de BTC), a cada 10 minutos são criados novos blocos de transação. 

Por fim, os bitcoins de cada usuário são armazenados nas chamadas carteiras digitais, por onde é possível transferir e acessar as moedas. Elas são, basicamente, programas e softwares instalados em computadores e celulares.

QUAIS SÃO OS RISCOS?

Por fim, é muito importante falar sobre a segurança que cerca o mercado de Bitcoins. Por envolver basicamente a internet, é necessário que a segurança seja redobrada por conta dos possíveis ataques de hackers que podem mexer de um hora para outra com os valores.

Para garantir essa segurança aos seus investidores, o escudo usado para as criptomoedas é a criptografia. Considerado bastante seguro, essa barreira protege as moedas de eventuais ataques e possíveis roubos das carteiras digitais e até mesmo no momento das transações.  

COMO INVESTIR?

Como o Bitcoin já é um produto difundido no mundo de forma ampla, já existem corretoras que cuidam deste tipo de investimento. Porém, antes de tomar a decisão de investir em Bitcoin somente pensando em sua valorização, você deve primeiro analisar o seu perfil de investidor, achar uma boa corretora e por fim saber quanto deseja investir. 

Segundo as regras de tributação brasileira, investimentos acima de R$35 mil em Bitcoins são cobrados pelo Imposto de Renda e por isso devem ser declarados. 

Vale lembrar que o investimento em Bitcoins é de alto risco por conta da sua alta volatilidade no mercado. Como dito no início do texto, da mesma forma que você se atenta a pessoas que ficaram muito ricas com ganhos do Bitcoin, você deve notar pessoas que perderam tudo por conta desse investimento. 

O que achou sobre o Bitcoin? Deu vontade de investir? Conte para nós aqui embaixo.

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