A origem do Contrato Social: Entenda o Contratualismo

Tenha conhecimento dos motivos deles existirem, seus fundamentos, importância e fundadores do pensamento.

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O contratualismo  

Basicamente surgiu da ideia de que é melhor ter um contato social com regras estabelecidas para um relacionamento entre indivíduos mais posicionados.

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Quem define quais são esses contatos de boa índole é uma instituição, mas isso de acordo com o que se relaciona com os princípios da natureza humana.

Esclarecendo o Contratualismo

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O contratualismo é um termo usado para explicar o contrato social, este que é um acordo, onde está pontuado tudo que deve ser cumprido e as condições a que ambos os envolvidos estão sujeitos caso não seja cumprido com o que foi assinado.

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É certo lembrar que “contrato social” é um termo abstrato feito para explicar a ligação que o Estado deve ter com o conjunto de pessoas em uma determinada região. 

Vale explicar que para ter um contrato social, isso de acordo com o pensamento contratualista, é necessário que alguma instituição proporcione ele a uma sociedade, dessa forma é perceptível que o primeiro contrato social é entre o indivíduo com o Estado para cumprir responsabilidades de melhor comportamento interpessoais.

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Ele surgiu em uma época onde o mercantilismo estava em constante prática, ou seja, por ser um sistema econômico que  visa a participação do estado na economia, o contratualismo surgiu para organizar as tarefas que o Estado faria para proporcionar mais civilidade com uma administração.

As atitudes que devem ser tidas ao colocar em prática o contratualismo é ser moral, honesto e cumprir com as leis estabelecidas nele, tendo isso como mentalidade de como agir, determina mais segurança nas consequências que uma atitude pode gerar. 

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A aparição do contratualismo

O pensador que deu origem ao contratualismo foi Thomas Hobbes, mas não foi só ele quem falava sobre essa teoria, outros filósofos escreveram o ponto de vista que tinham sobre o contratualismo. 

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Em resumo, o fundador desse pensamento dizia que os contratos sociais serviriam para uma sociedade ter limites, de maneira que faria bem a todos, sendo um guia de como as pessoas devem agir para terem um contato mais harmonioso durante o dia a dia.

Fundamentos do porquê o Contratualismo é importante 

Como o contratualismo é uma tese de pensamento criada por um homem, ela é explicada primeiramente pelo ponto de vista da pessoa que a desenvolveu, e que com as experiências que tinha enxergou  sentindo em aplicar a tese, pois ela estava propondo a solucionar algo, no caso dos contratos sociais, seriam as relações  interpessoais. 

Como dito anteriormente, a tese contratualismo é para dar limite ao ser humano, mas limite ao que? 

Simples! Limites à própria natureza humana que prejudicava os indivíduos em sociedade.

Com isso, para um contratualista, ser liderado por alguém é essencial para viver em sociedade, pois uma liderança direciona as melhores formas de comunicação e o único elemento que pode liderar uma sociedade é o Estado, pois nele consiste uma equipe grande de pessoas,que administram uma demanda enorme de população.

Essa escola de pensamento automaticamente se encaixa com o pensamento de Estado Máximo, quanto mais intervenção e atitudes feitas por um governo, mais uma sociedade está protegida da própria natureza, preservando e cumprindo com leis que a fazem agir moralmente, mas isso só é possível pelo contrato social.

Qual é a natureza humana?

Para o filósofo e matemático Thomas Hobbes, o ser humano não nasceu para viver em sociedade, mesmo que precisasse viver, agir e se relacionar com outras pessoas, e por isso que havia problemas entre pessoas se relacionarem, e o contrato social permitiria sucesso a vivência social, dando limites ao modo que um ser contesta com outro, pois isso é de natureza humana e atrapalha a convivência.

Por isso o princípio do contratualismo é que o que torna algo certo, moral, errado ou imoral é o contrato social, que orienta as atitudes de cada pessoa.

Conheça alguns do principais filósofos contratualistas

Haviam três principais e significativos pensadores que concordavam com a teoria contratualista, eles vieram para diversificar um pouco esse pensamento, pois discordavam em alguns pontos do autor, ou em todos os pontos.

Thomas Hobbes

O pioneiro da noção sobre contratualismo, Hobbes só tinha uma opinião forte de que o Estado era extremamente importante para intervir nas relações humanas, pois no geral, ele era mais voltado para ideias liberalistas, defendendo um o sistema monárquico absolutista.

John Locke

Concordava com a tese contratualista, mas não concordava com um sistema monárquico, com ideias mais progressistas, ele enxergava que o contratualismo era importante para definir leis e regras regularizadoras, que deixavam todas as pessoas com responsabilidades e bens civis iguais, sem dar a oportunidade de terem posses, pois essa ação impede algo maior, conflitos entre pessoas e mantém uma sociedade plena em relacionamentos do cotidiano.

Jean-Jacques Rousseau

Criticava a teoria contratualista, para ele o contrato social implicaria corromper o homem, afinal ele entendia que de acordo com a natureza humana não havia possibilidades de decidir o que era certo ou errado, se um ser vive sem conhecer o que é algo, no caso a moralidade ou a imoralidade, não agiria de acordo com esses elementos, mas depois que é de conhecimento passa agir assim, abrindo portas para a imoralidade. 

Ele via mais sentido agir de acordo com a neutralidade e para isso seria importante o bem-estar-social, ou seja, boa formas de vida para cada indivíduo oferecida por um governo.

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